Para leitores de contos.
Sobre o livro
Este é um livro escrito para o leitor rir de si mesmo. Ou melhor, rir de sua patética humanidade. Seja com ironia, espanto ou escracho, estes textos breves retomam uma questão que atravessa as fábulas de Esopo, os bestiários medievais, os seres imaginários de Borges, a bicharada de Guimarães Rosa, qual seja: há diferença entre nós e eles?
“Predicamos ‘homem’ de um homem; assim, de ‘homem’ predicamos ‘animal’”, escreveu Aristóteles em suas Categorias. Para concluir que “um homem é tanto ‘animal’ quanto ‘homem’”. Este O belo e a besta, com menos filosofia e mais absurdo, parece inverter a equação e sugerir que a humanidade não está um grau acima na evolução; ela é a limitação de uma animalidade maior e desconhecida, ainda que jamais abandonada.
O que resta a nós? Ler e rir. Porque, bem sabemos, é melhor rir do que chorar.
Para quem é este livro?
Para quem aprecia humor absurdo.
Para explorar humanos e animais na ficção.
Para leitores de narrativas irônicas.
Aprofunde a leitura
Eduardo A. A. Almeida conversa sobre “O belo e a besta”
(abre em nova aba)Entrevista sobre o processo criativo, o humor e as relações entre humanidade e animalidade em “O belo e a besta”.
Eduardo A. A. Almeida apresenta “O belo e a besta”
(abre em nova aba)O autor apresenta o livro e comenta seu processo de escrita. Vídeo editorial produzido pelo Canal Moinhos.
Dados técnicos
Título: O belo e a besta
Autor: Eduardo A. A. Almeida
ISBN: 978-65-5681-052-2
Edição: 1ª
Dimensões: 14×21 cm
Páginas: 128
Gênero: Contos
Ano: 2021





