Sobrevivi ao gulag chinês: o testemunho chocante da luta pela liberdade de uma mulher uigur

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Sobrevivi ao gulag chinês é a história de uma mulher confrontada por um Estado todo-poderoso, determinado a esmagar o seu espírito e a sua batalha pela liberdade e dignidade.

PRÉ-VENDA

O envio do livro está previsto para o dia 27 de maio.

Dados técnicos

Título: Sobrevivi ao gulag chinês
Subtítulo: O testemunho chocante da luta pela liberdade de uma mulher uigur
Autoras: Gulbahar Haitiwaji e Rozenn Morgat
ISBN: 978-65-5681-158-1
Edição: 1ª
Dimensões: 14×21 cm
Páginas: 224
Gênero: Não-ficção
Ano: 2024

Sobre o livro

Primeiro livro de memórias sobre os “campos de reeducação” chineses com o testemunho de uma mulher uigur.

Desde 2017, um milhão de uigures foram detidos pelas autoridades chinesas e enviados para os chamados “campos de reeducação”, locais que grupos de direitos humanos descrevem como “genocídio uigur”. Poucas pessoas dessa etnia conseguiram fugir para o Ocidente. Uma delas foi Gulbahar Haitiwaji.

Durante três anos, ela suportou centenas de horas de interrogatórios, frio congelante, esterilização forçada e um programa de despersonalização, destinado a destruir o seu livre arbítrio e as suas memórias.

Neste relato íntimo feito à jornalista Rozzen Morgat, que ajudou a levar tal história ao mundo através da publicação do livro, Haitiwaji revela a verdade há muito suprimida sobre o Gulag Chinês. Sobrevivi ao gulag chinês é a história de uma mulher confrontada por um Estado todo-poderoso, determinado a esmagar o seu espírito e a sua batalha pela liberdade e dignidade.

Sobre a autora Gulbahar Haitiwaji

GULBAHAR HAITIWAJI nasceu em 1966, em Ghulja, na região de Xinjiang, na China. Antes de conseguir o estatuto de refugiada política e se fixar na França com o marido e as filhas, em 2016, Gulbahar trabalhava na indústria do petróleo como engenheira. Em 2017, convocada pelo governo chinês para resolver uma questão administrativa, foi detida assim que chegou ao aeroporto. Passou os três anos seguintes em um campo de reeducação, de onde só regressou graças aos esforços da sua família e do governo francês. Esta é a sua história de sobrevivência.

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