Sobre o livro
Primeiro livro de memórias sobre os “campos de reeducação” chineses com o testemunho de uma mulher uigur.
Desde 2017, um milhão de uigures foram detidos pelas autoridades chinesas e enviados para os chamados “campos de reeducação”, locais que grupos de direitos humanos descrevem como “genocídio uigur”. Poucas pessoas dessa etnia conseguiram fugir para o Ocidente. Uma delas foi Gulbahar Haitiwaji.
Durante três anos, ela suportou centenas de horas de interrogatórios, frio congelante, esterilização forçada e um programa de despersonalização, destinado a destruir o seu livre arbítrio e as suas memórias.
Neste relato íntimo feito à jornalista Rozzen Morgat, que ajudou a levar tal história ao mundo através da publicação do livro, Haitiwaji revela a verdade há muito suprimida sobre o Gulag Chinês. Sobrevivi ao gulag chinês é a história de uma mulher confrontada por um Estado todo-poderoso, determinado a esmagar o seu espírito e a sua batalha pela liberdade e dignidade.
Dados técnicos
Título: Sobrevivi ao gulag chinês
Subtítulo: O testemunho chocante da luta pela liberdade de uma mulher uigur
Autoras: Gulbahar Haitiwaji e Rozenn Morgat
Tradução: Juçara Valentino
ISBN: 978-65-5681-158-1
Edição: 1ª
Dimensões: 14×21 cm
Páginas: 224
Gênero: Não-ficção
Ano: 2024





