Últimas Peripécias

Em Últimas Peripécias, primeiro livro de Filipe Pinho, a sociedade e a cidade de Fortaleza vão tomando forma por meio do eu que narra sobre as histórias que aconteceram ao seu redor. Essa voz, desde o início, percebemos estar pronta para contar os causos da vida; a ironia, a diversão e os questionamentos surgem de uma maneira a fazer o leitor rir e sorrir. Aqui, saberemos da Intransigência Humana, do Meu primeiro assaltante e até mesmo de como se dá A anatomia das frutas, vejam só! Seja falando de livros, de frutas ou até mesmo da fantasiosa transformação de apartamentos em farmácias, que estão a tomar conta da cidade, Filipe Pinho constrói, com suas crônicas, e com suas Certezas, um...

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Dados técnicos

Título: Últimas peripécias
Autor: Filipe Pinho
Dimensões: 14 x 21 cm
Páginas: 72
Gênero: Crônicas
Ano: 2018
ISBN: 978-85-92579-84-5
Edição: 1ª

Sobre o livro

Em Últimas Peripécias, primeiro livro de Filipe Pinho, a sociedade e a cidade de Fortaleza vão tomando forma por meio do eu que narra sobre as histórias que aconteceram ao seu redor. Essa voz, desde o início, percebemos estar pronta para contar os causos da vida; a ironia, a diversão e os questionamentos surgem de uma maneira a fazer o leitor rir e sorrir.

Aqui, saberemos da Intransigência Humana, do Meu primeiro assaltante e até mesmo de como se dá A anatomia das frutas, vejam só! Seja falando de livros, de frutas ou até mesmo da fantasiosa transformação de apartamentos em farmácias, que estão a tomar conta da cidade, Filipe Pinho constrói, com suas crônicas, e com suas Certezas, um sentimento que nos envolve a cada história que termina.

Sobre o autor Filipe Pinho

Filipe Pinho – Pinho, como gosta de ser chamado – nasceu em Fortaleza, em 1984. É advogado e acadêmico de psicologia. Sua escrita nasceu no consultório psicoterapêutico, a partir do seu processo de autoconhecimento e aceitação. Logo percebeu que o texto conciso o fascinava: cada palavra reclama o seu lugar, diria. Escreve a liberdade de sua imaginação, às vezes interpretada amiúde, às vezes não. É sua primeira obra e, pelo que vejo daqui, parece orgulhoso de sua façanha.

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